Reconhecer
Você tira os inflamatórios do prato, começa o shot e os chás, e vira detetive do próprio corpo: repara onde está mais preso — qual músculo, qual horário, qual emoção. Quem enxerga onde está preso, já começou a soltar.
Há quase 20 anos eu cuido de gente com as próprias mãos — e aprendi na maca que a emoção que a gente prende vira nó no corpo, e nó vira inflamação. Com a comida certa, o toque que solta e a sabedoria da medicina chinesa, em 30 dias o seu corpo volta a fluir. E você volta a viver leve.
Eu trabalho com terapia há quase 20 anos. Comecei na massoterapia em 2006 e até hoje eu atendo — até hoje eu coloco a mão e sinto o corpo da pessoa contar a história que a boca ainda não contou. Com o tempo fui estudando mais: me formei em terapia integrativa, fiz hidrologia (o cuidado pela água, pelo calor, pelas compressas) e me apaixonei pela medicina chinesa, essa sabedoria antiga que entende que cada emoção mexe com um órgão do corpo.
Teve uma cliente — a Dona Rosa — que chegou com um enjoo que não passava: tudo que comia, botava pra fora. Quando eu apertei certos pontos, senti na hora: o fígado dela não estava bem. E na medicina chinesa, a raiva mora no fígado. Numa sessão, quando comecei a massagem nas costas, ela começou a chorar e botou pra fora uma raiva antiga, um desgosto guardado. Botou tudo. E saiu outra pessoa. Saiu leve. O enjoo era da alma; quando ela soltou, o corpo desinflamou.
Eu não sou médica e não faço milagre — e digo isso com honestidade, porque honestidade é o meu jeito. O que eu faço é ajudar o corpo a soltar o que ele travou. E quando o corpo solta, ele desinflama sozinho. Ele sabe. A gente só precisa parar de atrapalhar e começar a ajudar.
“O que fica preso, adoece. O que a gente solta, desinflama.” Márcia Regina
Não é dieta da moda nem lista de proibições. São três movimentos simples de entender e poderosos de fazer — e um mapa de 4 semanas pra subir a escada, um degrau de cada vez, sem pressa e sem sofrimento.
Aprender a ler o seu próprio corpo: saber onde você guarda tensão, o que te incha, o que te trava. A pessoa precisa se conhecer pra não adoecer.
Tirar o que prende: a comida que pesa, a tensão que enrijece, a emoção que sufoca. Soltar pelo prato, soltar pelo toque, soltar pela respiração.
Quando o que estava preso solta, o corpo volta a fluir: a barriga desincha, o intestino funciona, a cabeça clareia, a disposição volta. Você fica leve.
Você tira os inflamatórios do prato, começa o shot e os chás, e vira detetive do próprio corpo: repara onde está mais preso — qual músculo, qual horário, qual emoção. Quem enxerga onde está preso, já começou a soltar.
Entram os alimentos que escorregam — couve, quiabo, mais fibra e gengibre — e o toque que solta ganha a automassagem na barriga e a compressa morna no fígado. É aqui que a maioria sente a virada: a barriga desincha, o intestino anda, o pescoço afrouxa.
Você aprende a se virar sozinha com a regra do prato e o movimento sobe de ritmo. O corpo já responde diferente: mais disposição, sono melhor, cabeça leve. Não é mais seguir um guia — é se cuidar sozinha.
Você chegou no alto da escada. A rotina já é sua: você escolhe os hábitos que ficam pra vida e consolida com prazer e afeto — o Caldo Leve da Márcia, o brigadeiro da leveza. Não é mais um esforço de 30 dias: é o seu novo jeito de viver.
Dentro do guia tem o que entra no corpo — shot, chás, suplementos — e o que eu mais amo: o toque, as mãos, o calor, o jeito de soltar o corpo por fora, que é a minha especialidade de quase 20 anos. Estes são alguns dos meus recursos-assinatura:
Limão, cúrcuma e gengibre em jejum — o “ligador” da manhã, que acorda o corpo e ajuda o fígado a começar o dia soltando.
O meu xodó de anos: adstringente, ajuda a firmar o intestino, corta o enjoo e desinflama a barriga por dentro.
A hidrologia que me formei a usar: pés na água morna com sal grosso e alecrim, e a compressa morna no fígado. Solta o corpo todo e desacelera a noite.
A minha especialidade: automassagem na nuca e nos ombros, os pontos de acupressão da medicina chinesa e a respiração que bota a emoção pra fora. Você faz sozinha, todo dia.
Solte o que está preso no seu corpo — o método natural que une a comida certa, o toque das mãos e a sabedoria da medicina chinesa pra você voltar a viver leve.
Eu não trato doença, eu trato gente — e cuido com as duas mãos. Se você quer saber se o guia é pra você, ou só quer me contar como está se sentindo, me escreve. Eu vou adorar saber da sua leveza.
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